Continuo a ouvir a mesma música, vezes sem conta. É viciante, o estado de letargia. De querer chegar não sei onde mas saber que estou sem forças para o conseguir.
Estou a recuar. As imagens passam em câmara lenta e vejo-me como era antes.
Sonho com pessoas que desapareceram e que nunca mais vi.
Não estou infeliz. Não estou feliz. Estou aqui, só a ouvir.
Estou a fugir do suposto caminho que devia seguir. Estou cansada e não me apetece andar às voltas.
Acho que vou ficar sentada e esperar.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
De volta
- Sabes, vou voltar para a grande cidade. E vou voltar a andar de metro. Acho que já nem sei andar de metro.
- Claro que sabes. É como andar de bicicleta. Nunca se esquece.
- Claro que sabes. É como andar de bicicleta. Nunca se esquece.
terça-feira, 8 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
domingo, 6 de abril de 2008
Inquietude
Olhas-me com um olhar desinteressado mas penetrante. Observas cada gesto meu ao milímetro.
Eu estou contida, sem saber como colocar as mãos e finjo que não me perturbas.
Tento disfarçar o meu ar tímido e olho para ti.
A minha voz sai embaraçada e faço um esforço para falar normalmente.
Não quero ter aquele ar desastrado e ridículo se tiver de fazer alguma tarefa normal à tua frente.
Tu escreves-me, depois lês-me em voz alta e dizes-me como eu sou.
Sim, essa sou eu.
Eu estou contida, sem saber como colocar as mãos e finjo que não me perturbas.
Tento disfarçar o meu ar tímido e olho para ti.
A minha voz sai embaraçada e faço um esforço para falar normalmente.
Não quero ter aquele ar desastrado e ridículo se tiver de fazer alguma tarefa normal à tua frente.
Tu escreves-me, depois lês-me em voz alta e dizes-me como eu sou.
Sim, essa sou eu.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Comia, comia e mais fome tinha
Desde pequena que cresci a ouvir musica. Os discos dos meus pais e os outros que eram meus, oferecidos por eles. Os chamados infantis, uns de musica e outros de histórias narrados por vozes bonitas.
Há um, que guardo na memória e que há algum tempo foi oferecido ao meu filho, em cd.
Era de um senhor chamado José Barata Moura. Cantava com a sua voz de intervenção e tocava viola acompanhado pelas vozes infantis da geração dos anos 70.
“Era uma vez um rei
Com uma grande barriguinha
Comia, comia
E mais fome tinha.
Bom dia, Sr, Rei!
Como passa Vossa Alteza?!...
Se continua a comer tanto
Vai rebentar com certeza".
Isto dizia o bobo,
No meio de uma palhaçada
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.
Bom dia, Sr, Rei!
Viva a Vossa Majestade!
Depois de tanto comer
Como é que ainda tem vontade?
Isto dizia a Rainha
Meia triste, meia zangada,
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.
Bom dia, Sr, Rei!
Vossa Alteza é o maior,
Um rei deve ser grande
Se for gordo ainda é melhor.
Isto dizia o cozinheiro
Olhando o rei de alto a baixo,
O rei que coma, que coma
Quero lá perder o tacho.
Bom dia, Sr, Rei!
Faz Vossa Alteza muito bem
Os reis são feitos para comer
Para beber e dormir também.
Isto dizia o conselheiro
Esfregando as mãos de contente
O rei que coma, que coma
Enquanto eu sou o Regente.
E para final desta história
Já com tanto que contar,
Vamos dizer-lhe amiguinhos,
Como o rei se passou a chamar
Sua Alteza de tanto comer,
Já só andava à cambalhota,
O povo chamou-lhe então
O não sei quê, é o "Rei bolota".”
José Barata Moura – Era uma vez um rei
Há um, que guardo na memória e que há algum tempo foi oferecido ao meu filho, em cd.
Era de um senhor chamado José Barata Moura. Cantava com a sua voz de intervenção e tocava viola acompanhado pelas vozes infantis da geração dos anos 70.
“Era uma vez um rei
Com uma grande barriguinha
Comia, comia
E mais fome tinha.
Bom dia, Sr, Rei!
Como passa Vossa Alteza?!...
Se continua a comer tanto
Vai rebentar com certeza".
Isto dizia o bobo,
No meio de uma palhaçada
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.
Bom dia, Sr, Rei!
Viva a Vossa Majestade!
Depois de tanto comer
Como é que ainda tem vontade?
Isto dizia a Rainha
Meia triste, meia zangada,
Mas o rei continuava
Como se não fosse nada.
Bom dia, Sr, Rei!
Vossa Alteza é o maior,
Um rei deve ser grande
Se for gordo ainda é melhor.
Isto dizia o cozinheiro
Olhando o rei de alto a baixo,
O rei que coma, que coma
Quero lá perder o tacho.
Bom dia, Sr, Rei!
Faz Vossa Alteza muito bem
Os reis são feitos para comer
Para beber e dormir também.
Isto dizia o conselheiro
Esfregando as mãos de contente
O rei que coma, que coma
Enquanto eu sou o Regente.
E para final desta história
Já com tanto que contar,
Vamos dizer-lhe amiguinhos,
Como o rei se passou a chamar
Sua Alteza de tanto comer,
Já só andava à cambalhota,
O povo chamou-lhe então
O não sei quê, é o "Rei bolota".”
José Barata Moura – Era uma vez um rei
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Bah!
Detesto pensar, que se num preciso momento olhasse para o espelho, via uma menina mimada, triste e perdida com medo de tomar uma decisão.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O quarentão bem sucedido
O Luís tem 42 anos. Todos os dias veste fato e gravata para ir trabalhar. Tem boa aparência e as mulheres olham para ele.
Quase todas as noites vai ao ginásio depois de sair do trabalho. Tem orgulho no seu corpo que continua em forma.
Vive sozinho e tem um cão. O cão quase não o vê e passa muitas horas sozinho em casa. Faz um jantar rápido e logo a seguir senta-se na sua cadeira em frente à secretária na divisão lá da casa a que chama escritório.
Entra no msn e escolhe a Ana para tentar a queca da noite. Se ela não quiser tem outras na lista de espera. Pelo menos uma, na solidão da noite há-de aceitar.
A Ana disse que sim. O Luís sai de casa. Tem de fazer uns 20 km no seu jipe até a casa da Ana, mas precisa de deitar cá para fora sob a forma de um líquido branco, o stress acumulado ao longo de um dia de trabalho.
Quase todas as noites vai ao ginásio depois de sair do trabalho. Tem orgulho no seu corpo que continua em forma.
Vive sozinho e tem um cão. O cão quase não o vê e passa muitas horas sozinho em casa. Faz um jantar rápido e logo a seguir senta-se na sua cadeira em frente à secretária na divisão lá da casa a que chama escritório.
Entra no msn e escolhe a Ana para tentar a queca da noite. Se ela não quiser tem outras na lista de espera. Pelo menos uma, na solidão da noite há-de aceitar.
A Ana disse que sim. O Luís sai de casa. Tem de fazer uns 20 km no seu jipe até a casa da Ana, mas precisa de deitar cá para fora sob a forma de um líquido branco, o stress acumulado ao longo de um dia de trabalho.
terça-feira, 1 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 30 de março de 2008
Uma noite para parar
À sexta-feira à noite consigo parar. Sinto que preciso dessa paragem, para pensar.
Coincide ser essa a noite em que dá no canal dois, uma série que gosto de ver e que mostra uma família com muitos desequilíbrios, como era a minha e como é a maior parte daquelas que eu conheço.
No final, penso em mim, em nós, na família que perdi, naquela que ainda tenho, nas pessoas sempre presentes que me ajudam a crescer.
Penso nas minhas limitações, no nosso amor, o que perdi, o que ganhei, nos meu erros, na minha sorte, nas minhas escolhas, nas pessoas ausentes, nas que conheci, nas palavras que me tocam.
À sexta-feira à noite quero parar e lembrar tudo o que esqueço nos restantes dias da semana.
Coincide ser essa a noite em que dá no canal dois, uma série que gosto de ver e que mostra uma família com muitos desequilíbrios, como era a minha e como é a maior parte daquelas que eu conheço.
No final, penso em mim, em nós, na família que perdi, naquela que ainda tenho, nas pessoas sempre presentes que me ajudam a crescer.
Penso nas minhas limitações, no nosso amor, o que perdi, o que ganhei, nos meu erros, na minha sorte, nas minhas escolhas, nas pessoas ausentes, nas que conheci, nas palavras que me tocam.
À sexta-feira à noite quero parar e lembrar tudo o que esqueço nos restantes dias da semana.
sábado, 29 de março de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
Mulheres temporariamente sós?
Sinto que as mulheres estão diferentes.
Será que os seus genes estão a mudar e a ficar mais masculinos?
Será que os seus genes estão a mudar e a ficar mais masculinos?
quinta-feira, 27 de março de 2008
Sensações XVIX
Gosto das pessoas que não me conhecem e me cumprimentam com um sorriso sincero.
Gosto das pessoas que não conheço e que me transmitem paz.
Gosto das pessoas que têm um olhar pensativo e distante.
Gosto das pessoas que se entusiasmam com pequenas coisas.
Gosto das pessoas que não conheço.
Ou não…
Gosto das pessoas que não conheço e que me transmitem paz.
Gosto das pessoas que têm um olhar pensativo e distante.
Gosto das pessoas que se entusiasmam com pequenas coisas.
Gosto das pessoas que não conheço.
Ou não…
quarta-feira, 26 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Dear Suzanne...
segunda-feira, 24 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Não sou de ninguém
Contei-te o meu segredo
Senti-me calma
Libertámo-nos um ao outro
As palavras já não são ditas
E o silêncio leva-me para longe
Enquanto conduzia vi a minha vida a passar
No meio dos eucaliptos, dos pinheiros e das montanhas
Voltei à minha casa
Fiquei contente quando olhei para as paredes que me protegem
Vou ficar comigo.
Senti-me calma
Libertámo-nos um ao outro
As palavras já não são ditas
E o silêncio leva-me para longe
Enquanto conduzia vi a minha vida a passar
No meio dos eucaliptos, dos pinheiros e das montanhas
Voltei à minha casa
Fiquei contente quando olhei para as paredes que me protegem
Vou ficar comigo.
quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Sensações XVII
Hoje fui muito solicitada e vi-me rodeada de pessoas nervosas. Houve um momento em que imaginei que fazia como algumas crianças.
Tapo os ouvidos com os dois dedos indicadores e começo a cantar la la la la la.
Tapo os ouvidos com os dois dedos indicadores e começo a cantar la la la la la.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Conclusão IX
Há dias em que eu me surpreendo com as minhas próprias atitudes. Só posso concluir que não me conheço.
sábado, 15 de março de 2008
Sensações XVI
Desde que te conheci
Sinto-me a envelhecer
Irrita-me a inércia
Mas apetece-me parar
E ficar assim...
Sinto-me a envelhecer
Irrita-me a inércia
Mas apetece-me parar
E ficar assim...
sexta-feira, 14 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
O presente genial
Depois do furto do meu auto-rádio, voltei ao velho, com rádio e cassetes.
Normalmente até costumo ouvir rádio nas minhas viagens do dia-a-dia.
Mas recebi um presente. Um bonito presente. Um mp3 e uma cassete milagrosa onde se liga o primeiro.
Hoje, do Taguspark para Lisboa, o meu mp3 só escolheu as musicas que eu queria mesmo ouvir.
Será que ele me conhece assim tão bem?
Normalmente até costumo ouvir rádio nas minhas viagens do dia-a-dia.
Mas recebi um presente. Um bonito presente. Um mp3 e uma cassete milagrosa onde se liga o primeiro.
Hoje, do Taguspark para Lisboa, o meu mp3 só escolheu as musicas que eu queria mesmo ouvir.
Será que ele me conhece assim tão bem?
quarta-feira, 12 de março de 2008
Puro egoísmo
Depois de ler ontem uma parte do livro de Camus, compreendi que tenho sido egoísta. Sim, só penso em mim quando o recordo, quando sinto saudades e quando as lágrimas saem. Sinto pena de mim por já não o ter.
Quando me lembro dele, talvez me sinta melhor e seja uma forma de comprar um perdão. Os deveres que eu não cumpri…
E sim, a memória!
Tenho raiva da minha fraca memória que me faz esquecer pessoas que se cruzaram comigo e tantos momentos da minha vida.
Sim, tenho medo de o esquecer…
“Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?!
Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós durante a vida inteira. Mas sabe porque somos sempre mais justos e generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres. Deixam-nos livres, podemos dispor do nosso tempo, arrumar a homenagem entre o copo de água e uma gentil amante, nas horas vagas, em suma.
Se algo nos impusessem, seria a memória, e nós temos a memória curta. Não, é o morto de fresco que nós amamos nos nossos amigos, o morto doloroso, a nossa emoção, enfim, nós próprios.”
A queda - Albert Camus
Quando me lembro dele, talvez me sinta melhor e seja uma forma de comprar um perdão. Os deveres que eu não cumpri…
E sim, a memória!
Tenho raiva da minha fraca memória que me faz esquecer pessoas que se cruzaram comigo e tantos momentos da minha vida.
Sim, tenho medo de o esquecer…
“Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?!
Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós durante a vida inteira. Mas sabe porque somos sempre mais justos e generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres. Deixam-nos livres, podemos dispor do nosso tempo, arrumar a homenagem entre o copo de água e uma gentil amante, nas horas vagas, em suma.
Se algo nos impusessem, seria a memória, e nós temos a memória curta. Não, é o morto de fresco que nós amamos nos nossos amigos, o morto doloroso, a nossa emoção, enfim, nós próprios.”
A queda - Albert Camus
terça-feira, 11 de março de 2008
Nós e Ele
Lembras-te quando ouvíamos aquele disco dele, da música do assobio e marchávamos os três à volta da mesa da sala?
Lembras-te quando éramos pequenas, primeiro eu, depois tu e ele nos sentava ao colo dele e nos deixava segurar o volante da carrinha na Serra da Boa Viagem?
Lembras-te quando ele jogava à bola connosco e cantava a música do Barrigana?
Lembras-te quando ele gostava de ouvir aquela cassete do meu programa de rádio "60 em Marcha" na Rádio Clube Foz do Mondego, na altura das rádios piratas?
Lembras-te da casa abandonada nas Abadias a que ele chamava Casa dos ladrões e ia para lá contigo como se fosse uma grande aventura?
Lembras-te de jogarmos com ele o jogo do belho naquele sítio da Serra?
Lembras-te dos piqueniques que fizemos e da sesta que ele dormia na rede?
Lembras-te como ele ficava alegre e chorava a rir quando bebia mais um bocadinho?
Lembras-te quando ele estava triste ou preocupado com os seus problemas e pessimismos e ficava sentado no sofá com os olhos fechados?
Lembras-te como ele embirrava com o cheiro a lulas?
Lembras-te quando ele nos mandava calar sempre que falávamos quando ele estava a ver o telejornal?
Lembras-te de todos os postais de aniversário e do dia do Pai que lhe escrevemos e lhe agradecíamos sempre tudo o que ele nos tinha dado?
Lembras-te como ele gostava das músicas "Enola Gay" e "Go west"?
Lembras-te como ele chegava a casa cansado na véspera de Natal?
Lembras-te como ele se sentiu perdido e sozinho?
Lembras-te como às vezes era difícil para nós estarmos com ele?
Lembras-te daqueles mails com power point que nos enviou?
Lembras-te como ele nos magoou e nós a ele?
Lembras-te da última tarde que passámos com ele?
Lembras-te do último mail que nos escreveu?
Lembras-te que apesar de tudo nos amámos muito?
Lembras-te quando éramos pequenas, primeiro eu, depois tu e ele nos sentava ao colo dele e nos deixava segurar o volante da carrinha na Serra da Boa Viagem?
Lembras-te quando ele jogava à bola connosco e cantava a música do Barrigana?
Lembras-te quando ele gostava de ouvir aquela cassete do meu programa de rádio "60 em Marcha" na Rádio Clube Foz do Mondego, na altura das rádios piratas?
Lembras-te da casa abandonada nas Abadias a que ele chamava Casa dos ladrões e ia para lá contigo como se fosse uma grande aventura?
Lembras-te de jogarmos com ele o jogo do belho naquele sítio da Serra?
Lembras-te dos piqueniques que fizemos e da sesta que ele dormia na rede?
Lembras-te como ele ficava alegre e chorava a rir quando bebia mais um bocadinho?
Lembras-te quando ele estava triste ou preocupado com os seus problemas e pessimismos e ficava sentado no sofá com os olhos fechados?
Lembras-te como ele embirrava com o cheiro a lulas?
Lembras-te quando ele nos mandava calar sempre que falávamos quando ele estava a ver o telejornal?
Lembras-te de todos os postais de aniversário e do dia do Pai que lhe escrevemos e lhe agradecíamos sempre tudo o que ele nos tinha dado?
Lembras-te como ele gostava das músicas "Enola Gay" e "Go west"?
Lembras-te como ele chegava a casa cansado na véspera de Natal?
Lembras-te como ele se sentiu perdido e sozinho?
Lembras-te como às vezes era difícil para nós estarmos com ele?
Lembras-te daqueles mails com power point que nos enviou?
Lembras-te como ele nos magoou e nós a ele?
Lembras-te da última tarde que passámos com ele?
Lembras-te do último mail que nos escreveu?
Lembras-te que apesar de tudo nos amámos muito?
segunda-feira, 10 de março de 2008
Tu julgas...
Acho piada às pessoas que fazem afirmações, como se fossem verdades absolutas, sobre alguém que na realidade não conhecem.
domingo, 9 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
Não dizes?
- Porque andas armado em frio e já não dizes que gostas de mim?
- Porque andas a ficar muito convencida. E não quero que penses que dependo muito de ti, que és indispensável na minha vida, etc.
- Então, mas ainda gostas de mim?
-
- Está bem. Olha, hoje não me ligues. Vou sair.
- Está bem. Não penses que fico preocupado.
- Não pensei nada.
- Diverte-te.
- Tenho de ir. Até amanhã.
- Vais sair com quem?
- Isso não te interessa. Ou interessa?
- Não. Perguntei só por perguntar. Até amanhã.
- Porque andas a ficar muito convencida. E não quero que penses que dependo muito de ti, que és indispensável na minha vida, etc.
- Então, mas ainda gostas de mim?
-
- Está bem. Olha, hoje não me ligues. Vou sair.
- Está bem. Não penses que fico preocupado.
- Não pensei nada.
- Diverte-te.
- Tenho de ir. Até amanhã.
- Vais sair com quem?
- Isso não te interessa. Ou interessa?
- Não. Perguntei só por perguntar. Até amanhã.
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