sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Parabéns Pai!
Obrigada Pai.
Por todo o colo que me deste, mesmo muito crescida.
Pelas brincadeiras, a tua luta, os passeios, as preocupações, as palavras, as zangas, as musicas, os abraços, os risos, as lágrimas, as desilusões, o amor.
Obrigada pelo teu ultimo mail, o teu ultimo adeus e a minha vida.
Por todo o colo que me deste, mesmo muito crescida.
Pelas brincadeiras, a tua luta, os passeios, as preocupações, as palavras, as zangas, as musicas, os abraços, os risos, as lágrimas, as desilusões, o amor.
Obrigada pelo teu ultimo mail, o teu ultimo adeus e a minha vida.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Disorder I
Odeio a forma como escorregas e tentas escapar quando não estás segura.
Odeio que te entusiasmes por nada.
Odeio que digas que gostas como uma criança e não saibas dizer porquê.
Odeio que não saibas falar.
Odeio quando és atraída repetidamente pelo impossível.
Odeio que queiras tudo o que não podes ter.
Odeio os teus sentimentos exagerados.
Odeio que te entusiasmes por nada.
Odeio que digas que gostas como uma criança e não saibas dizer porquê.
Odeio que não saibas falar.
Odeio quando és atraída repetidamente pelo impossível.
Odeio que queiras tudo o que não podes ter.
Odeio os teus sentimentos exagerados.
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
This love
Acordo consumida por tudo o que me roubaste.
Acordo cheia do amor que me dás.
Ainda ouço o teu sussurrar no meu ouvido.
A tua voz é meiga e deseja-me.
A tua voz tem mãos que me tocam.
Tocam-me até às profundezas do meu eu que não conheces.
Não fico saciada porque quero tudo.
Misturo-me contigo e perco-me nos teus braços.
Encontro-me contigo e comigo todos os dias.
Espero por esse encontro.
Fazes-me.
Acordo cheia do amor que me dás.
Ainda ouço o teu sussurrar no meu ouvido.
A tua voz é meiga e deseja-me.
A tua voz tem mãos que me tocam.
Tocam-me até às profundezas do meu eu que não conheces.
Não fico saciada porque quero tudo.
Misturo-me contigo e perco-me nos teus braços.
Encontro-me contigo e comigo todos os dias.
Espero por esse encontro.
Fazes-me.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Esborre
Fui almoçar sozinha e senti-me bonita.
Reparei que hoje todas as mulheres estavam bonitas e transparentes. Os homens olham para elas mas não as vêem nem querem conhecê-las.
Apenas tentam despir-lhes a roupa enquanto os falos crescem debaixo das calças.
A alma dos homens permanece vazia.
E elas ficam sozinhas.
Reparei que hoje todas as mulheres estavam bonitas e transparentes. Os homens olham para elas mas não as vêem nem querem conhecê-las.
Apenas tentam despir-lhes a roupa enquanto os falos crescem debaixo das calças.
A alma dos homens permanece vazia.
E elas ficam sozinhas.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Dúvidas II
- O Benfica jogou ontem?
- Não.
- Ah! Então, joga hoje?
- Também não.
- Pois, então não entendo porque os benfiquistas gozaram tanto hoje com a derrota do Sporting.
- Não.
- Ah! Então, joga hoje?
- Também não.
- Pois, então não entendo porque os benfiquistas gozaram tanto hoje com a derrota do Sporting.
terça-feira, 10 de março de 2009
I feel like dancing
Hoje não quero saber. Apetece-me dançar e saltar.
Apetece-me dizer frases como estas:
"Que se lixe" ou "Ainda sou nova e tenho muito tempo".
Apetece-me dizer frases como estas:
"Que se lixe" ou "Ainda sou nova e tenho muito tempo".
segunda-feira, 9 de março de 2009
I'm sticking with you
Deseja, deseja muito.
Uns dias acredita, noutros parece impossível.
Odeia a distância entre as perguntas e as respostas.
Sente-se colada.
Diz para si própria “Logo se vê”.
A seguir detesta o logo.
Agora, agora.
Adivinha o que vai ser.
Pára ou perde o controle?
Uns dias acredita, noutros parece impossível.
Odeia a distância entre as perguntas e as respostas.
Sente-se colada.
Diz para si própria “Logo se vê”.
A seguir detesta o logo.
Agora, agora.
Adivinha o que vai ser.
Pára ou perde o controle?
sábado, 7 de março de 2009
Lost weekend
Não devia sonhar mais. Os meus sonhos são sempre injustos. Levam-me longe demais. As palavras de que gosto tanto misturam-se com eles. Quando regresso fico muda e o silêncio vence-me.
Sonhar é cansativo e desilude.
A partir de hoje, quero ter. Quero fazer.
Quero…
Sonhar é cansativo e desilude.
A partir de hoje, quero ter. Quero fazer.
Quero…
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
A história de uma nespereira que viu uma familia nascer e morrer
Os avós viviam numa casa muito modesta numa bonita aldeia. Em frente à casa havia uma nespereira muito grande. Uma árvore que tinha sido pequena quando os avós eram novos. Eles tiveram quatro filhos, dois meninos e duas meninas. Estes cresceram e a nespereira também. Os quatro filhos, deram seis netos aos avós.
A nespereira acompanhou-os ao longo dos anos. Todos os anos ficava carregada de nêsperas e também deixava cair muitas folhas. O avô varria as folhas com as suas vassouras de giesta que ele próprio fazia.
O avô fez uns bancos corridos com umas tábuas que ficaram debaixo da nespereira.
Aos domingos, a família chegava e reunia-se à sombra da nespereira nos dias de sol.
O avô sentava-se sempre numa cadeira. Ficava muitas vezes silencioso e olhava para os filhos e netos com orgulho. A avó sorria muito e raramente se sentava.
A nespereira ouvia-os falar e ficava feliz por observar o amor e a alegria daquela família.
Ela também gostava muito de ouvir a musica que vinha do rádio do avô, as vozes das crianças que corriam no carreiro ladeado de flores que separava a estrada rudimentar até à casa. Gostava de ouvir os passos das pessoas que chegavam e diziam o nome do avô com admiração e respeito.
Um dia o avô ficou doente. Todos tiveram medo mas o avô foi resistindo. A nespereira rezou pelo avô. O avô sofreu, até que um dia acabou por morrer.
A nespereira chorou.
A vida continuou e avó era uma mulher forte. A família reunia-se debaixo da nespereira e a avó vestida de preto sorria e mostrava as rugas do tempo e do trabalho. A nespereira também envelheceu mas continuava a dar os seus frutos doces, que muitas vezes secavam e caíam.
A avó viveu mais dez anos e no final esqueceu-se de quase tudo.
A nespereira viu o caixão sair e chorou. Naquele dia ela percebeu que aquela família não ia resistir a duas perdas tão duras.
A família desmoronou-se ano após ano. A nespereira ficou cada vez mais triste e sentiu-se muito só.
Um dia a nespereira foi cortada e a história daquela família acabou.
A nespereira acompanhou-os ao longo dos anos. Todos os anos ficava carregada de nêsperas e também deixava cair muitas folhas. O avô varria as folhas com as suas vassouras de giesta que ele próprio fazia.
O avô fez uns bancos corridos com umas tábuas que ficaram debaixo da nespereira.
Aos domingos, a família chegava e reunia-se à sombra da nespereira nos dias de sol.
O avô sentava-se sempre numa cadeira. Ficava muitas vezes silencioso e olhava para os filhos e netos com orgulho. A avó sorria muito e raramente se sentava.
A nespereira ouvia-os falar e ficava feliz por observar o amor e a alegria daquela família.
Ela também gostava muito de ouvir a musica que vinha do rádio do avô, as vozes das crianças que corriam no carreiro ladeado de flores que separava a estrada rudimentar até à casa. Gostava de ouvir os passos das pessoas que chegavam e diziam o nome do avô com admiração e respeito.
Um dia o avô ficou doente. Todos tiveram medo mas o avô foi resistindo. A nespereira rezou pelo avô. O avô sofreu, até que um dia acabou por morrer.
A nespereira chorou.
A vida continuou e avó era uma mulher forte. A família reunia-se debaixo da nespereira e a avó vestida de preto sorria e mostrava as rugas do tempo e do trabalho. A nespereira também envelheceu mas continuava a dar os seus frutos doces, que muitas vezes secavam e caíam.
A avó viveu mais dez anos e no final esqueceu-se de quase tudo.
A nespereira viu o caixão sair e chorou. Naquele dia ela percebeu que aquela família não ia resistir a duas perdas tão duras.
A família desmoronou-se ano após ano. A nespereira ficou cada vez mais triste e sentiu-se muito só.
Um dia a nespereira foi cortada e a história daquela família acabou.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Let's go to bed
O dia de hoje está a ser deveras marcante para mim. Está a ser o dia em que mais espirrei em toda a minha vida.
terça-feira, 3 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Heart and soul
Sim, estou leve.
Não espero mas quero.
Quero o que me dás.
O encantamento é meu.
Adormeço e acordo com ele.
Até um dia, as tuas mãos e o teu olhar encontrar.
Não espero mas quero.
Quero o que me dás.
O encantamento é meu.
Adormeço e acordo com ele.
Até um dia, as tuas mãos e o teu olhar encontrar.
domingo, 1 de março de 2009
Roubos
- Costumas dizer muitos ais?
- Sim, tem dias. Às vezes dou por mim a suspirar e a dizer “ai ai”.
- Porquê?
- Normalmente isto acontece quando ando a sonhar, a voar alto ou sinto saudades.
Felizmente existe alguém sensato que diz “ai ai ai” e eu desço.
- Sim, tem dias. Às vezes dou por mim a suspirar e a dizer “ai ai”.
- Porquê?
- Normalmente isto acontece quando ando a sonhar, a voar alto ou sinto saudades.
Felizmente existe alguém sensato que diz “ai ai ai” e eu desço.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Come back to me...
Boobar - Tindersticks
Passaram duas semanas e uma parte de mim ainda está lá.
E gosto muito como o Stuart diz Boobar... E thank you.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dói-me a cabeça e o universo
Saio e caminho com um passo apressado para encontrar a minha liberdade e um abraço.
Desço as escadas rolantes a pique, da estação do metro do Parque. Enquanto o faço tento reler o maior número de frases nas paredes.
No final sinto tonturas por ter descido tão fundo.
Já conheço algumas caras de pessoas que viajam no metro sempre à mesma hora que eu.
Viajamos com os pensamentos que são nossos e que nos brilham no olhar.
O que nos espera esta noite?
Título: Fernando Pessoa
Desço as escadas rolantes a pique, da estação do metro do Parque. Enquanto o faço tento reler o maior número de frases nas paredes.
No final sinto tonturas por ter descido tão fundo.
Já conheço algumas caras de pessoas que viajam no metro sempre à mesma hora que eu.
Viajamos com os pensamentos que são nossos e que nos brilham no olhar.
O que nos espera esta noite?
Título: Fernando Pessoa
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Free
Na última noite que passaram juntos e em que os corpos se entregaram, deram tudo um ao outro. Sugaram-se e comeram-se até não restar mais nada.
Ela ficou satisfeita. Ele ficou finalmente em paz.
Nenhum dos dois entendeu bem o que tinha acontecido. Ela questionou-se mas não obteve resposta. Ele não quis pensar pois sentia-se bem assim.
Já não tinham mais nada a dizer um ao outro.
Naquele dia, ela percebeu que já conseguia voar novamente.
Ela ficou satisfeita. Ele ficou finalmente em paz.
Nenhum dos dois entendeu bem o que tinha acontecido. Ela questionou-se mas não obteve resposta. Ele não quis pensar pois sentia-se bem assim.
Já não tinham mais nada a dizer um ao outro.
Naquele dia, ela percebeu que já conseguia voar novamente.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Choque frontal
Vai-se lá perceber porquê, no sábado quando me cruzei frente a frente com o Paulo Portas, tive um ataque de riso. Ia ao cinema da meia-noite. Aposto que ia ver o Milk.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Porquê XI
Naquele local, pude constatar que várias mulheres pensavam nos amores não correspondidos.
A única pergunta que as assombravam era:
Porquê?
E dói aquele olhar triste de quem deseja uma resposta.
E dói ouvir um não quando se abre os braços à espera de um sim.
Pricipalmente dói quando não se consegue entender.
A única pergunta que as assombravam era:
Porquê?
E dói aquele olhar triste de quem deseja uma resposta.
E dói ouvir um não quando se abre os braços à espera de um sim.
Pricipalmente dói quando não se consegue entender.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Trouble every day
Todas as noites ele tinha aqueles pesadelos terríveis. Havia sempre sangue, gritos e dor.
Esta noite sonhou que a amava, que não podia viver sem ela. Mas sentia-se também atormentado. Era assaltado por uma catadupa de pensamentos que lhe diziam que um dia ela iria deixá-lo irremediavelmente só e que iria sugá-lo até ao tutano.
Ficaria um farrapo humano sem forças para se erguer mas ainda viveria vários anos num estado vegetativo e com o cérebro completamente vazio.
Carregado de medos, quando ela apareceu no pesadelo, não teve duvidas que tinha de a matar.
Beijou-a violentamente, agarrou-a e gritou-lhe que ela seria para sempre sua. Rasgou-lhe as roupas, violou-a e por fim apunhalou-a.
Ficou a olhar para ela que se esvaía em sangue e chorou, chorou muito.
Esta noite sonhou que a amava, que não podia viver sem ela. Mas sentia-se também atormentado. Era assaltado por uma catadupa de pensamentos que lhe diziam que um dia ela iria deixá-lo irremediavelmente só e que iria sugá-lo até ao tutano.
Ficaria um farrapo humano sem forças para se erguer mas ainda viveria vários anos num estado vegetativo e com o cérebro completamente vazio.
Carregado de medos, quando ela apareceu no pesadelo, não teve duvidas que tinha de a matar.
Beijou-a violentamente, agarrou-a e gritou-lhe que ela seria para sempre sua. Rasgou-lhe as roupas, violou-a e por fim apunhalou-a.
Ficou a olhar para ela que se esvaía em sangue e chorou, chorou muito.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
So many ways
Antes os corações eram livres.
Antes o sol brilhava e os corações alegravam-se.
Antes os dias eram todos diferentes e os corações sonhavam.
Antes ouvia-se musica e os corações dançavam.
Antes a ingenuidade existia e os corações entregavam-se.
Antes lutava-se e os corações acreditavam.
Antes tudo parecia possível e os corações amavam.
Antes o sol brilhava e os corações alegravam-se.
Antes os dias eram todos diferentes e os corações sonhavam.
Antes ouvia-se musica e os corações dançavam.
Antes a ingenuidade existia e os corações entregavam-se.
Antes lutava-se e os corações acreditavam.
Antes tudo parecia possível e os corações amavam.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Rented rooms
Já pensou fazer uma lista das mulheres que conheceu, que beijou, tocou e possuiu. Ao longo dos anos o número vai aumentando e já perdeu a conta de quantas foram.
De qualquer forma, sabe que já não se lembra do nome de algumas. Aliás, no momento em que esteve com algumas delas, o nome pouco importava para ele. Só queria o corpo delas e usá-las de forma a obter o máximo de prazer.
No entanto, há uma que não lhe sai da cabeça. Ela era doce como o mel e ele tinha adorado o olhar, o cheiro e o sabor dela. Lembra-se que a primeira vez que a beijou e depois entrou nela sentiu um encaixe perfeito e sublime. Nesse momento até ficou com as lágrimas nos olhos por sentir tal perfeição e sintonia entre os dois.
Ele decide sempre a sua vida e costuma ter absoluto controlo sobre ela. Na maior parte das vezes desaparece e elas nunca mais o vêem.
Mas daquela vez foi diferente. E nunca entendeu porque ela não quis voltar a vê-lo.
De qualquer forma, sabe que já não se lembra do nome de algumas. Aliás, no momento em que esteve com algumas delas, o nome pouco importava para ele. Só queria o corpo delas e usá-las de forma a obter o máximo de prazer.
No entanto, há uma que não lhe sai da cabeça. Ela era doce como o mel e ele tinha adorado o olhar, o cheiro e o sabor dela. Lembra-se que a primeira vez que a beijou e depois entrou nela sentiu um encaixe perfeito e sublime. Nesse momento até ficou com as lágrimas nos olhos por sentir tal perfeição e sintonia entre os dois.
Ele decide sempre a sua vida e costuma ter absoluto controlo sobre ela. Na maior parte das vezes desaparece e elas nunca mais o vêem.
Mas daquela vez foi diferente. E nunca entendeu porque ela não quis voltar a vê-lo.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
A mulher absurda?
Quando saí da cervejaria encontrei o homem absurdo.
Depois de tanto tempo sem o ver, esbarrei com ele naquela noite. Já sabia que ia estar na mesma sala com ele e com muito mais pessoas também.
Cumprimentámo-nos e ele disse-me qualquer coisa sobre as horas.
Afastámo-nos. Andei, olhei para trás e ele olhou para mim.
Já na sala onde íamos ouvir a mesma música que nos uniu, não o vi mas tive a certeza que existia uma cadeira vazia ao lado dele.
Nesta noite mágica tive a certeza que este encontro aconteceu por acaso mas também estava marcado.
Depois pensei que afinal ele já não me parecia tão absurdo como antes. E pensei que não foi ele que mudou, mas sim eu.
Depois de tanto tempo sem o ver, esbarrei com ele naquela noite. Já sabia que ia estar na mesma sala com ele e com muito mais pessoas também.
Cumprimentámo-nos e ele disse-me qualquer coisa sobre as horas.
Afastámo-nos. Andei, olhei para trás e ele olhou para mim.
Já na sala onde íamos ouvir a mesma música que nos uniu, não o vi mas tive a certeza que existia uma cadeira vazia ao lado dele.
Nesta noite mágica tive a certeza que este encontro aconteceu por acaso mas também estava marcado.
Depois pensei que afinal ele já não me parecia tão absurdo como antes. E pensei que não foi ele que mudou, mas sim eu.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
She's gone
Agora podes ouvir o meu silêncio.
Podes esforçar-te, prestar muita atenção para o conseguires ouvir e vais chegar à conclusão que o meu silêncio é simplesmente a ausência de palavras.
Eu sei que te queixavas e que me pedias para parar mas agora vais sentir a falta delas.
Vais desejá-las muito porque sabes que nunca mais vais ouvi-las.
Podes esforçar-te, prestar muita atenção para o conseguires ouvir e vais chegar à conclusão que o meu silêncio é simplesmente a ausência de palavras.
Eu sei que te queixavas e que me pedias para parar mas agora vais sentir a falta delas.
Vais desejá-las muito porque sabes que nunca mais vais ouvi-las.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
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