sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Lookaway
Ontem, ao fim do dia, na carruagem de metro onde eu ia entre a estação do Campo Grande e Telheiras, vi um casal de adolescentes a beijarem-se ininterruptamente e o beijo só terminou quando as portas se abriram.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Sensações CXLII
Tindersticks - Rented rooms
Gostava mesmo, mesmo, mesmo de ouvir esta musica no Coliseu na noite de 28 de Outubro.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Mulheres temporariamente sós
Acabei de chegar.
Vi muitas mulheres bonitas.
Algumas têm olheiras provocadas por poucas horas de sono.
São mulheres que lutam contra o tempo.
São mães com carinho a transbordar.
Mas que também querem ser mulheres.
São mulheres com desejo na ponta dos dedos.
Que tentam ficar bonitas todos os dias de manhã.
São mulheres que correm, com muitos pensamentos em simultâneo.
Raramente se queixam e gostam de sentir o olhar dos homens.
Alguns homens não as entendem.
Não lhes conhecem a alma nem o corpo.
São mulheres pacientes que tentam não desistir.
Ficam cansadas mas querem estar bonitas.
Vi muitas mulheres bonitas.
Algumas têm olheiras provocadas por poucas horas de sono.
São mulheres que lutam contra o tempo.
São mães com carinho a transbordar.
Mas que também querem ser mulheres.
São mulheres com desejo na ponta dos dedos.
Que tentam ficar bonitas todos os dias de manhã.
São mulheres que correm, com muitos pensamentos em simultâneo.
Raramente se queixam e gostam de sentir o olhar dos homens.
Alguns homens não as entendem.
Não lhes conhecem a alma nem o corpo.
São mulheres pacientes que tentam não desistir.
Ficam cansadas mas querem estar bonitas.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Ventos animais IV
O desejo reprimido.
Espera a noite certa.
Aguarda o predador.
Que está à espreita.
Sente o seu cheiro.
Já perdeu o medo.
O festim está para breve.
E as mãos da luxúria.
Com as garras preparadas.
Esperam ansiosas.
O momento canibal.
“Crescem de dentro, de dentro, até nunca mais”.
Espera a noite certa.
Aguarda o predador.
Que está à espreita.
Sente o seu cheiro.
Já perdeu o medo.
O festim está para breve.
E as mãos da luxúria.
Com as garras preparadas.
Esperam ansiosas.
O momento canibal.
“Crescem de dentro, de dentro, até nunca mais”.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
To lose my life I
Tenho medo de ficar muito tempo no silêncio e deixar de entender as palavras.
Tenho medo de emudecer e tornar-me um bicho.
Se pelo menos conseguisse ficar invisível.
Tenho medo de emudecer e tornar-me um bicho.
Se pelo menos conseguisse ficar invisível.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A place to hide
- Eu acho que te expões demasiado no teu blog.
- Porque dizes isso?
- Porque desvendas todos os teus segredos.
- Todos não. Desvendo só uma pequena parte.
- Tens muitos segredos?
- Alguns.
- Então podias fazer outro blog para desvendar esses.
- Não. Assim ficaria sem nada para mim.
- Já pensaste que um desconhecido que leia o teu blog pode aproximar-se de ti com más intenções?
- Não. Eu sei defender-me.
- Duvido. Alguém que leia o que escreves pode criar uma máscara, fingir e tentar manipular-te.
- E para que faria uma coisa dessas?
- Para se divertir. Há pessoas estranhas.
- Acho muito difícil que isso aconteça. Eu já sou crescida.
- Só quero avisar-te. Mas não te perturba que leiam o que escreves?
- Sim, um pouco. Quando vejo mais que um visitante imagino quem será e o que estará a pensar.
- E o que achas que pensam sobre ti?
- Acho que pensam que sou maluca.
- Porque dizes isso?
- Porque desvendas todos os teus segredos.
- Todos não. Desvendo só uma pequena parte.
- Tens muitos segredos?
- Alguns.
- Então podias fazer outro blog para desvendar esses.
- Não. Assim ficaria sem nada para mim.
- Já pensaste que um desconhecido que leia o teu blog pode aproximar-se de ti com más intenções?
- Não. Eu sei defender-me.
- Duvido. Alguém que leia o que escreves pode criar uma máscara, fingir e tentar manipular-te.
- E para que faria uma coisa dessas?
- Para se divertir. Há pessoas estranhas.
- Acho muito difícil que isso aconteça. Eu já sou crescida.
- Só quero avisar-te. Mas não te perturba que leiam o que escreves?
- Sim, um pouco. Quando vejo mais que um visitante imagino quem será e o que estará a pensar.
- E o que achas que pensam sobre ti?
- Acho que pensam que sou maluca.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Sometimes II
Depois das pinturas em casa e algumas arrumações encontrei isto.
7 – Numero da alma – Representa a essência da pessoa na vida.
Aspiras atingir a perfeição. Procuras o conhecimento e a sabedoria acima de tudo.
Necessitas de calma e silêncio para meditar e ficas horrorizada com a confusão.
És atraída pelo mistério e esforças-te por entender as leis espirituais.
És intuitiva, sensível e introvertida. Gostas da natureza. Não és popular em sociedade pois raras vezes és compreendida. Por todas estas características deves aprender a viver só sem te converteres numa solitária.
9 – Representa a imagem que ofereces aos outros. A máscara.
O 9 concede uma personalidade magnética, mas às vezes é carente de força.
Dotada de uma grande compreensão, és generosa e boa amiga. És compreensiva e tolerante e esqueces facilmente as ofensas. Os outros vêem-te como uma emotiva, romântica, idealista, convencida de que o progresso do Mundo justifica o sacrifício pessoal.
A emotividade e compaixão podem ser-te impostas, até ao ponto de que dispersará com excesso as tuas energias.
Vestes-te à tua maneira sem exageros.
7 – Numero da alma – Representa a essência da pessoa na vida.
Aspiras atingir a perfeição. Procuras o conhecimento e a sabedoria acima de tudo.
Necessitas de calma e silêncio para meditar e ficas horrorizada com a confusão.
És atraída pelo mistério e esforças-te por entender as leis espirituais.
És intuitiva, sensível e introvertida. Gostas da natureza. Não és popular em sociedade pois raras vezes és compreendida. Por todas estas características deves aprender a viver só sem te converteres numa solitária.
9 – Representa a imagem que ofereces aos outros. A máscara.
O 9 concede uma personalidade magnética, mas às vezes é carente de força.
Dotada de uma grande compreensão, és generosa e boa amiga. És compreensiva e tolerante e esqueces facilmente as ofensas. Os outros vêem-te como uma emotiva, romântica, idealista, convencida de que o progresso do Mundo justifica o sacrifício pessoal.
A emotividade e compaixão podem ser-te impostas, até ao ponto de que dispersará com excesso as tuas energias.
Vestes-te à tua maneira sem exageros.
sábado, 25 de setembro de 2010
J'adore la campagne I
Quem me dera um dia dizer “Je t’aime”.
E ouvir também.
Mas não.
Ou digo ou ouço.
Será que não é possível novamente?
Mais uma vez.
Não tenho tempo.
Estou a ficar sem tempo.
O coração fecha-se.
Eu sou feliz.
Eu sou feliz.
E ouvir também.
Mas não.
Ou digo ou ouço.
Será que não é possível novamente?
Mais uma vez.
Não tenho tempo.
Estou a ficar sem tempo.
O coração fecha-se.
Eu sou feliz.
Eu sou feliz.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Wild'n' chic
Enquanto trabalhava a música tocava nos seus ouvidos.
Ela abanava a cadeira que girava num movimento lento e sensual.
Depois parava e batia com o pé no chão debaixo da secretária.
Ficava com aquele olhar triste e sonhador.
As horas passavam lentamente e ainda faltavam seis para entrar no desejado estado de hibernação.
Ela abanava a cadeira que girava num movimento lento e sensual.
Depois parava e batia com o pé no chão debaixo da secretária.
Ficava com aquele olhar triste e sonhador.
As horas passavam lentamente e ainda faltavam seis para entrar no desejado estado de hibernação.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Sometimes it hurts
Naquele sábado saí de casa para ir à praia. Ao descer os dois lances de escadas encontrei a D. Olinda parada no rés-do-chão entre a porta dela e a porta do Sr. José.
- Oh menina. O Sr. José morreu.
Fiquei sem fala enquanto me apercebi do choro que vinha da casa dele. Arrepiei-me e quis fugir.
- Foi mesmo agora no hospital. Eu já chorei mas não posso porque fui operada às cataratas.
Também foi a D. Olinda que me deu a triste notícia há um mês atrás do cancro nos pulmões que foi diagnosticado ao Sr. José.
Enquanto conduzi até à praia com o coração pesado, pensei naquela família bonita.
O Sr. José, o meu vizinho de baixo, um senhor nascido em Cabo Verde, casado, tinha três filhas e muitos netos. Vivia com a mulher, uma filha, um genro e um neto.
A casa dele era uma casa sempre cheia de família, o barulho dos netos a rirem e a correr onde reinava a alegria.
Era com frequência que ouvia cantar os parabéns numa noite qualquer de um mês qualquer.
Por vezes também acordava a ouvir uma morna.
Não sei que idade o Sr. José tinha. Ainda parecia novo. Cumprimentava-me sempre de uma forma educada e com um sorriso.
Pensei na mulher, nas filhas e nos netos. As filhas, com idades entre os trinta e quarenta anos. Os netos com várias idades dos dois aos treze talvez.
Perderam o avô. É tão bom ter um avô.
E as filhas. Perderam o pai.
No dia seguinte comprei flores com umas palavras sentidas escritas num cartão e toquei à campainha. Foi uma das filhas que abracei.
Chorámos porque ambas sentimos a mesma dor.
Os pais, as mães, os filhos, os irmãos, irmãs, avós não deviam morrer.
- Oh menina. O Sr. José morreu.
Fiquei sem fala enquanto me apercebi do choro que vinha da casa dele. Arrepiei-me e quis fugir.
- Foi mesmo agora no hospital. Eu já chorei mas não posso porque fui operada às cataratas.
Também foi a D. Olinda que me deu a triste notícia há um mês atrás do cancro nos pulmões que foi diagnosticado ao Sr. José.
Enquanto conduzi até à praia com o coração pesado, pensei naquela família bonita.
O Sr. José, o meu vizinho de baixo, um senhor nascido em Cabo Verde, casado, tinha três filhas e muitos netos. Vivia com a mulher, uma filha, um genro e um neto.
A casa dele era uma casa sempre cheia de família, o barulho dos netos a rirem e a correr onde reinava a alegria.
Era com frequência que ouvia cantar os parabéns numa noite qualquer de um mês qualquer.
Por vezes também acordava a ouvir uma morna.
Não sei que idade o Sr. José tinha. Ainda parecia novo. Cumprimentava-me sempre de uma forma educada e com um sorriso.
Pensei na mulher, nas filhas e nos netos. As filhas, com idades entre os trinta e quarenta anos. Os netos com várias idades dos dois aos treze talvez.
Perderam o avô. É tão bom ter um avô.
E as filhas. Perderam o pai.
No dia seguinte comprei flores com umas palavras sentidas escritas num cartão e toquei à campainha. Foi uma das filhas que abracei.
Chorámos porque ambas sentimos a mesma dor.
Os pais, as mães, os filhos, os irmãos, irmãs, avós não deviam morrer.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Silence is sexy I
A musica, as palavras e os filmes.
A imagem e um rosto.
E o silêncio sedutor.
A minha imaginação constrói o desconhecido.
Os meus sonhos são a preto e branco.
Longínquos e aconchegantes.
Fico com a sensação que já os vivi.
E não sei se são reais ou ilusões.
Mas continuo a imaginar.
A imagem e um rosto.
E o silêncio sedutor.
A minha imaginação constrói o desconhecido.
Os meus sonhos são a preto e branco.
Longínquos e aconchegantes.
Fico com a sensação que já os vivi.
E não sei se são reais ou ilusões.
Mas continuo a imaginar.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Sometime around midnight I
Na sexta-feira passada vi uma reportagem na televisão sobre a Cesária Évora.
Perguntaram-lhe porque é que ela nunca casou.
Ela respondeu que gostava de ser livre e que nunca viveu com um homem de cama e mesa.
Eu já vivi mas naquele momento perguntei a mim própria se gosto de ser livre ou se desejo ter alguém a meu lado.
Acho que esta resposta tem variado consoante os dias.
Hoje respondia que desejava ser de alguém.
O que será que falta para que eu sinta o mesmo todos os dias?
Perguntaram-lhe porque é que ela nunca casou.
Ela respondeu que gostava de ser livre e que nunca viveu com um homem de cama e mesa.
Eu já vivi mas naquele momento perguntei a mim própria se gosto de ser livre ou se desejo ter alguém a meu lado.
Acho que esta resposta tem variado consoante os dias.
Hoje respondia que desejava ser de alguém.
O que será que falta para que eu sinta o mesmo todos os dias?
domingo, 19 de setembro de 2010
Undisclosed desires I
Deitada na cama, a mão dele prendeu com força o braço dela.
Ela sentiu alguma dor mas gostava do gesto dele.
Talvez fosse uma obsessão mas já não conseguia imaginar a sua vida sem ela.
Ela que sempre fora uma mulher livre, agora sentia-se confortavelmente presa.
Era fiel aquele homem e já não desejava outro.
Ele não sabia disto porque ela não achava necessário dizer-lhe.
Ela esperava que ele sentisse sozinho e que apesar de gostar, ele já não precisava de lhe prender com força o seu braço.
Ela esperava impacientemente que ele a possuísse enquanto ele a olhava nos olhos.
Ela sentiu alguma dor mas gostava do gesto dele.
Talvez fosse uma obsessão mas já não conseguia imaginar a sua vida sem ela.
Ela que sempre fora uma mulher livre, agora sentia-se confortavelmente presa.
Era fiel aquele homem e já não desejava outro.
Ele não sabia disto porque ela não achava necessário dizer-lhe.
Ela esperava que ele sentisse sozinho e que apesar de gostar, ele já não precisava de lhe prender com força o seu braço.
Ela esperava impacientemente que ele a possuísse enquanto ele a olhava nos olhos.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
What ever happened?
- Porque andas a hesitar?
- Acho que me sinto insegura.
- Porque te sentes insegura?
- Porque não tenho certezas.
- Já alguma vez tiveste certezas?
- Algumas vezes.
- O que vais fazer?
- Acho que não posso fazer nada.
- Tens medo?
- Tenho.
- De quê?
- De magoar ou ser magoada.
- Porque achas que isso poderia acontecer?
- Porque não tenho a certeza e isso faz com que avance e recue.
- Tu não eras assim.
- Pois não. O que será que mudou?
- Tens de ser tu a encontrar essa resposta.
- Acho que há alguma coisa que me está a escapar e que está tão perto de mim mas eu não consigo ver.
- Acho que me sinto insegura.
- Porque te sentes insegura?
- Porque não tenho certezas.
- Já alguma vez tiveste certezas?
- Algumas vezes.
- O que vais fazer?
- Acho que não posso fazer nada.
- Tens medo?
- Tenho.
- De quê?
- De magoar ou ser magoada.
- Porque achas que isso poderia acontecer?
- Porque não tenho a certeza e isso faz com que avance e recue.
- Tu não eras assim.
- Pois não. O que será que mudou?
- Tens de ser tu a encontrar essa resposta.
- Acho que há alguma coisa que me está a escapar e que está tão perto de mim mas eu não consigo ver.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
The end has no end
O sentimento não muda de um dia para o outro.
As imagens não desaparecem de repente.
Pedes à tua mente para esquecer.
Refugias-te na tua casa.
Colocas uma pedra no assunto e no coração.
Agarras numa borracha e apagas, rasgas e gritas a raiva em silêncio.
Odeias-te por teres acreditado.
Nunca digas adeus.
O fim não tem fim…
As imagens não desaparecem de repente.
Pedes à tua mente para esquecer.
Refugias-te na tua casa.
Colocas uma pedra no assunto e no coração.
Agarras numa borracha e apagas, rasgas e gritas a raiva em silêncio.
Odeias-te por teres acreditado.
Nunca digas adeus.
O fim não tem fim…
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Evil hearted you
Ordenei ao meu coração para se apaixonar.
O teimoso mandou-me à merda e não me deu ouvidos.
Desejei que fosse desta vez.
Podia ter tudo o que sonhara.
Mas ele abandonou-me e deixou-me sozinha.
Eu tentei e tentei mas não consegui.
Ele prefere levar-me por caminhos sinuosos.
Já deixei de acreditar que um dia ele tenha razão.
Volto à minha vida e talvez deite fora este coração.
O teimoso mandou-me à merda e não me deu ouvidos.
Desejei que fosse desta vez.
Podia ter tudo o que sonhara.
Mas ele abandonou-me e deixou-me sozinha.
Eu tentei e tentei mas não consegui.
Ele prefere levar-me por caminhos sinuosos.
Já deixei de acreditar que um dia ele tenha razão.
Volto à minha vida e talvez deite fora este coração.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Be the one
Existem respostas que nunca saberei se não fizer as respectivas perguntas.
A falta de coragem ou o medo da resposta impedem-me de as fazer.
Muitas vezes imagino as respostas possíveis e escolho aquela mais bonita ou a que faz doer menos.
Será que uma pergunta ou uma resposta podem mudar tudo?
A falta de coragem ou o medo da resposta impedem-me de as fazer.
Muitas vezes imagino as respostas possíveis e escolho aquela mais bonita ou a que faz doer menos.
Será que uma pergunta ou uma resposta podem mudar tudo?
terça-feira, 7 de setembro de 2010
If you're looking for a way out
- Não achas triste perderes uma oportunidade de ser feliz porque tens medo ou porque sentes dúvidas e desistes?
- Não. Eu sigo sempre o que o meu coração me diz.
- E nunca tens dúvidas?
- Sim, tenho. Mas nesses casos não vou em frente.
- Eu acho que é natural ter dúvidas. Afinal desconhecemos tudo o que pode vir a acontecer. Se calhar mesmo com dúvidas podemos avançar e mais tarde teremos a certeza.
- Pois, mas mais tarde pode ser tarde demais. E podes já ter cometido um erro.
- Eu também já senti certezas que depois se revelaram em erros.
- Mas talvez tenhas aprendido com eles.
- Aprender com os erros… Eu penso que isso não é bem assim. Raramente acontecem situações idênticas. O que te acontece é algo novo e desconhecido e arriscas ou não.
- Eu acho que as mesmas situações se repetem e por vezes podes voltar a cair nos mesmos erros. Se aprendeste no passado depois sabes analisar e perceber qual a decisão acertada que deves tomar.
- Decisão acertada? Isso nunca saberás…
- Não. Eu sigo sempre o que o meu coração me diz.
- E nunca tens dúvidas?
- Sim, tenho. Mas nesses casos não vou em frente.
- Eu acho que é natural ter dúvidas. Afinal desconhecemos tudo o que pode vir a acontecer. Se calhar mesmo com dúvidas podemos avançar e mais tarde teremos a certeza.
- Pois, mas mais tarde pode ser tarde demais. E podes já ter cometido um erro.
- Eu também já senti certezas que depois se revelaram em erros.
- Mas talvez tenhas aprendido com eles.
- Aprender com os erros… Eu penso que isso não é bem assim. Raramente acontecem situações idênticas. O que te acontece é algo novo e desconhecido e arriscas ou não.
- Eu acho que as mesmas situações se repetem e por vezes podes voltar a cair nos mesmos erros. Se aprendeste no passado depois sabes analisar e perceber qual a decisão acertada que deves tomar.
- Decisão acertada? Isso nunca saberás…
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Sensações CXXXVI
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O córtex cerebral processa a informação e regista a reacção da medula espinal
Lá vem o teu lado obscuro que te impede de dormir.
Essa insatisfação que atrai a carnalidade.
Encenas em imagens sequenciais o teu desejo.
E o teu corpo sente.
Tentas esquivar-te das tuas fixações.
Tentas ser forte e permanecer invisível.
Será que consegues?
Essa insatisfação que atrai a carnalidade.
Encenas em imagens sequenciais o teu desejo.
E o teu corpo sente.
Tentas esquivar-te das tuas fixações.
Tentas ser forte e permanecer invisível.
Será que consegues?
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