sábado, 7 de julho de 2007

A verdade da mentira

Os últimos meses provaram que andei adormecida.
Enfrentei a vida sempre a sonhar. Sonhei que era verdade.
Despertei e vi que já não tenho de mostrar nada a ninguém.
Foi-se também a ingenuidade de acreditar na verdade fingida dos outros.
Acabaram-se os castelos feitos no ar.
Agora sou eu que estou aqui a escrever e a perguntar se isto é crescer.
O desprendimento aumentou mas continuo presa a ti e a ti, e a vários objectos que fazem parte do meu dia-a-dia.
Talvez tenha subido só um pequeno degrau do que a vida me reserva.
Agora sinto-me serena e nem quero saber o que estás a pensar de mim.
Sinto-me mais eu, mesmo que isso seja duro.
Mas digo-te que estou a sorrir.

1 comentário:

carlos disse...

Olá!!

Parabéns, gostei do texto e do teu 'despertar' (espero que não me leves a mal o 'tu'... acho-o muito mais simples e como não nos devemos voltar a falar é irrelevante... :o))

carlos